Errei, e agora?

Achei interessante começar falando sobre erro, pois este faz parte de nossas vidas, e a partir dele muita coisa pode mudar.
O erro nos acompanha desde sempre, mas poucos sabem lidar com ele. Por que?
Desde pequenos somos ensinados que não devemos errar. Seria essa a melhor solução?
Se os erros não existissem, não haveria os acertos . Mas até que ponto errar é bom?
Um erro que trás consigo aprendizado assimilado, torna-se uma maneira difícil de aprender, com a expectativa de nunca mais se esquecer.
E isso é válido em todas as etapas da vida.
Universitários que decidiram por uma carreira e estão entrando no mercado de trabalho devem ter em mente que não há pessoas que não cometem erros, desde operários e sobordinados até chefes e patrãos estão suscetíveis a isso.
O importante diante disto é ter a capacidade e a humildade de reconhecer que errou e trabalha-lo, afim de torná-lo aliado em seu crescimento profissional.
“Um escorregão deve ser sempre reconsiderado desde que não haja falta de ética e integridade moral”, diz Carmen Raygada, diretora de RH para América do Sul de John Deere, fabricante de máquinas agrícolas, cuja a sede no Brasil fica em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. (Revista Você S/A – edição 132)
As empresas sabem que os pequenos escorregões são necessários para que grandes inovações aconteçam.
Acredite em si mesmo e saiba ousar sem medo de errar.

Yume Kawamura

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